No ritmo do Lindy Hop

A sensação de bem-estar proporcionada pela prática de um exercício físico é o que motiva muitas pessoas a mexerem seus corpos. No caso da dança, essa sensação de bem-estar é ainda maior, é quase euforia. Não é à toa que as academias que oferecem essa modalidade estão tendo turmas cheias em cada aula. E engana-se quem pensa que esse amor por ritmos é de agora. A prática da dança como forma de exercício físico ou de diversão é de longa data.

A dança é uma manifestação cultural que nos diz muito sobre determinada época ou local. Normalmente, um ritmo reflete a personalidade de uma sociedade. No final dos “loucos anos 20” e começo dos anos 30, os Estados Unidos viveram períodos distintos: primeiramente de prosperidade elevada e, mais tarde, com a quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, de grande crise econômica. E esse contraste não foi visível apenas na economia. A sociedade e a música também tinha lá suas diferenças. Enquanto algumas festas das classes mais abastadas eram embaladas ao som de Jazz, a periferia unia os sons e começava a criar seus próprios passos, com seu próprio gingado. Nesse período, a segregação racial também era intensa e os negros tinham direitos bem limitados. Na maioria dos casos, eles não podiam sequer frequentar os mesmos lugares ou exercer as mesmas profissões que os brancos. Além disso, suas moradias eram, majoritariamente, localizadas nos bairros de periferia das grandes cidades dos Estados Unidos. Pois, justamente no Harlem, um dos bairros negros mais famosos de Nova Iorque, surgiu um ritmo que fez história por sua originalidade: o Lindy Hop.

Lindy Hop, um ritmo contagiante nascido em meio aos dançantes e animados anos 20!

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Sua consagração aconteceu no Savoy, o primeiro salão de bailes do Estados Unidos a aceitar que negros e brancos dançassem juntos. Dali, o Lindy Hop foi levado para o mundo. Com uma mistura de passos retirados das danças típicas africanas e de outros sons em alta no período, como o Jazz, o Charleston, o sapateado e o breakaway, o ritmo é considerado o primeiro precursor do swing. Existem pessoas, inclusive no Brasil, que ainda hoje preservam o Lindy Hop através de grupos de dança, festivais, workshops e apresentações culturais. Inclusive, o ritmo sofreu poucas ou quase nenhuma adaptação e mantém a originalidade que o fez tão famoso nas décadas de 1920 e 1930.

A decoração Lindy Hop busca expressar toda a alegria e o entusiasmo contagiantes dessa dança, através de cores vivas e modernas.

A decoração Lindy Hop busca expressar toda a alegria e o entusiasmo contagiantes dessa dança, através de cores vivas e modernas.

Originalidade essa que inspirou a Oxford Porcelanas na criação desse modelo da linha Coup. A decoração Lindy Hop busca expressar toda a alegria e o entusiasmo contagiantes dessa dança, através de cores vivas e modernas, assim, as formas ingênuas das peças ganham um toque de vivacidade e alegria, ideal para compor vários tipos de decoração, do estilo moderno ao vintage. Inspire-se com a Oxford Porcelanas e leve o embalo do Lindy Hop para seus momentos em família ou com os amigos!

Para conhecer mais sobre o estilo, clique aqui e visite o Lindy Hopiando, um blog exclusivamente dedicado ao Lindy Hop.

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